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    Onze Gavetas Forradas de Espelho (ed. especial) Cruzeiro Seixas

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    25,00

    Título   Onze Gavetas Forradas de Espelho (Poemas Inéditos) – Série Especial
    Autor   Cruzeiro Seixas
    Colecção   Ouro Potável  |  2
    Formato   150 x 230 mm
    Nº páginas   32 págs.
    Fixação do texto  António Cândido Franco e Luiz Pires dos Reys
    Prefácio e poema-pórtico   António Cândido Franco
    Projecto gráfico   Luiz Pires dos Reys
    Descrição    Série especial de 25 cópias assinadas e numeradas pelo autor.
    Preço   25,00€

    EXTRATEXTOS:
    Guache inédito do Mestre (imagem da capa)
    Reprodução fac-simile de seis dos poemas.
    Duas fotografias (retrato + detalhe das mãos de Cruzeiro Seixas).
    Fac-simile de um aforismo de Cruzeiro Seixas assinado.
    Palavras de Cesariny sobre o desenho em Cruzeiro Seixas.

     

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    Azul e Vermelho (Odes de Maria do Mar), Adriana Crespo

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    12,00

    Título   Azul e Vermelho (Odes de Maria do Mar)
    Autor   Adriana Crespo
    Colecção   Torre Gelada
    Formato   130 x 185 mm
    Nº Páginas   68 páginas
    Acabamento   capa mole
    Preço    12,00€

    SOBRE A OBRA:

    Pedra sobre pedra. Passo sobre passo. Sonho sobre sonho. Como extrair tantas camadas, limpar tantos estratos e tantos pequenos eus acumulados? Como chegar a essa verdade, à verdade total que nos habita?

    O inconsciente é como uma central nuclear. Temos de entrar armados — e arriscamos a vida. O pensamento estoira como um infinito. E o que se pode sentir do que há para sentir é sempre como uma franja, uma franja tremenda a partir da qual todo o corpo se desagrega — e que nos faz fugir a alma pelos cabelos ou pelas pontas obscuras dos pés. Onde iremos nós arranjar a visão, a lucidez, as forças e a liberdade com que olhar exactamente nas coisas e em nós o que nelas e em nós haja de exacto ou rigoroso?

    Morremos nós e ficam as coisas. — repetia Maria do Mar. — Um dia, nem sequer as coisas. Ruem os tectos. Partem-se os pratos. Até para a árvore que vive cinco mil anos a morte há-de chegar. E virá o dia em que o último descendente de cada espécie sucumbirá. Não sobrará ninguém para ler os livros de ninguém, nem haverá ouvidos para as Cantatas de Bach. E nem o planeta girará eternamente em torno do sol, nem as estrelas serão sempre as mesmas no mesmo céu. Nada é fixo. Nada ficará.

    António Pizarro

     

    “Adriana Crespo continua a ser um dos segredos mais bem guardados da literatura portuguesa contemporânea. Longe dos holofotes, a sua obra cresce com a lentidão das coisas necessárias”.

    José Mário Silva (jornal “Expresso”)

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  • Liber Operatione Solis,Antº. Maria Lisboa|Luiz Pires dos Reys

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    [Comemoração dos 90 anos do nascimento de António Maria Lisboa]

    Título Liber Operatione Solis
    Autores   António Maria Lisboa  / Luiz Pires dos Reys (projecto, selecção, organização e notas)
    Colecção  Ouro Potável  | 1
    Formato   16 x 23 cm
    Páginas   36 págs.
    Prólogo   António Cândido Franco
    Prefácio   Joana Lima
    Proémio ao Liber   Luiz Pires dos Reys
    ‘Texto esquisito’ Donis de Frol Guilhade
    Ano   2018
    Preço   10,00€

    A obra inclui:
    * um desenho de Cruzeiro Seixas
    * António Maria Lisboa (fotografia de Artur do Cruzeiro Seixas)
    * um desenho de Pedro Oom (“retrato de António Maria Lisboa”)
    * Luiz Pires dos Reys  (fotografia de  Milene Vale)

    António Cândido Franco,  Do Prólogo :

    Se estivesse entre nós e os deuses não o houvessem chamado tão cedo para um destino desconhecido e com certeza mais alto do que aquele que sofreu no seu curto passo terreno, António Maria Lisboa faria 90 anos no dia 1 de Agosto de 2018.
    Ao passarem 10 anos sobre o seu trespasse, Mário Cesariny não quis ou não pôde deixar de assinalar a data recuperando do seu arquivo uma carta do amigo, de Abril de 1950, que publicou na série negra da colecção
    A Antologia em 1958 e logo depois republicada na colectânea A intervenção surrealista (1966). Às duas edições se associou Cruzeiro Seixas – primeiro em Luanda e depois numa Lisboa não menos interior e negra.
    Quando em 1978 se cumpria o meio século do nascimento do mago da Torre Gelada, voltou Mário Cesariny a notar a efeméride com a publicação da obra
    Poesia de António Maria Lisboa, um marco em papel com mais de 400 páginas, que é até hoje a mais completa e exaltante recolha dos sinais que o Poeta dos Astros tatuou.
    O autor do
    Manual de Prestidigitação partiu para a viagem sem retorno em Novembro de 2006, mais de meio século depois do seu camarada de aventura. Um poeta mais jovem, nascido já depois da grande despedida do Menino de Bronze, não quis porém deixar no esquecimento o nonagésimo aniversário do autor do Ossóptico. Trabalhou na escuridão nocturna da sua padaria espiritual para nos restituir a palavra luminosa e quente do Sol!

     

    Joana Lima,  Do Prefácio :

    Este Liber Operatione Solis, cujo título decalca o que ainda arde em Operação do Sol, preciosíssimo texto de A. M. Lisboa, foi desenhado por quem conhece o rubedo das coisas, esse que se instalou em todo o verbo do poeta, apontando para a direcção desconhecida e mágica do pensamento único deste vidente que esquecemos.

    Seguindo o modelo de liber mágico, de acordo com a concepção de Aleister Crowley, esta revisitação da poesia de António Maria Lisboa não consiste apenas numa colagem surrealista das palavras do poeta-mago. É reconfiguração total do seu pensamento, abordando questões essenciais da sua obra e, convenhamos, do universo inteiro, fragmentado que sempre esteve em Liberdade, Amor e Conhecimento, que, como sabemos todos os magos/Novos Amorosos/leitores alquímicos, não é mais do que uma só coisa, aquela que está em Baixo como está no Alto: a poesia. […]

    Deste livro tematicamente guiado pelo texto que acompanha o retrato de António Maria Lisboa por Pedro Oom mana a teoria dos Novos e Eternos Amorosos, percurso poético que podemos seguir para que nos inscrevamos numa vida verdadeira e possamos ascender poeticamente a um plano superior da existência, apenas acessível a quem se prestar a ser iniciado na poesia/ mergulhar todos os dias em fogo.

    Plaquete mágica onde sabemos que o segundo passo para se ser poeta é trepar ao tronco, ao nível intermédio da Árvore, esse lugar em que o poeta é um Novo Amoroso iniciado, um surrealista experimentando a fábrica mágica da linguagem, destruindo e recriando a tradição literária e ajudando a cumprir a reciclagem eterna das coisas e dos seres que parece ser o mundo. Perfeito lugar para que Luiz Pires dos Reys e Donis de Frol Guilhade, Novos Amorosos, ponham em prática a alquimia linguística que António Maria Lisboa, primeiro Novo e agora, com este livro, Eterno Amoroso, aplica aos seus modelos e heróis, Jean-Arthur Rimbaud e Isidore Ducasse Conde de Lautréamont, e que indica que a inscrição de um poeta na tradição se faz através da subversão dos seus clássicos e da consequente superação da angústia da influência.

     

    Informações adicionais 

    https://www.facebook.com/notes/edições-sem-nome/liber-operatione-solis-como-assim/1014269868731777/

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    Ávida Vida (série normal), de Risoleta C. Pinto Pedro

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    Título  Ávida Vida
    Autor   Risoleta Conceição Pinto Pedro
    Descrição   Quarenta e cinco poemas de Risoleta
    33 desenhos de Ana Margarida Battaglia
    Imagem da capa   Ana Margarida Battaglia
    Projecto gráfico   Luiz Pires dos Reys
    Formato   130 x 185 mm
    Acabamento   capa mole
    Ano  2018
    Preço  12,00€

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  • Ávida Vida (Série Especial), de Risoleta C. Pinto Pedro

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    12,75 17,00

    Título   Ávida Vida
    Autor   Risoleta Conceição Pinto Pedro
    Imagem da capa   Desenho de Ana Margarida Battaglia
    Ilustrações   33 desenhos de Ana Margarida Battaglia
    Projecto gráfico   Luiz Pires dos Reys
    Formato   13 x 18,5 cm
    Acabamento   Capa mole
    Ano   2018

    Preço   17,00€

    Edição Especial do livro Ávida Vida, de Risoleta C. Pinto Pedro
    Ilustrações de Ana Margarida Battaglia
    Série de 15 exemplares numerados e assinados pela artista com intervenções a caneta de tinta dourada, aguada cor de rosa, manuscritura e colagem.
    Em todos os exemplares, em média 80% das páginas têm intervenção da artista.

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    Quando Melodias o Mundo, de Catarina Lourenço

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    Título   Quando melodias o mundo
    Autor   Catarina Lourenço Bôto
    Formato   13 x 18,5 cm
    Nº páginas   44 págs
    Extratextos   6 desenhos inéditos da autora
    Acabamento   Capa mole
    Ano   2019
    Preço   10,00€

     

    Livro de estreia de Catarina Lourenço Bôto, este é um livro em tudo incomum, um livro de alguém que vive em permanente estado de estesia. Na poesia desta autora, a verdade, conquanto irmã-gémea daquela (como queria Goethe), não é simples literatura, não é mera escrita, exercício de estilo ou pura construção de linguagem. Há nestes textos como que um bordado tecido por uma sensibilidade extrema que lhes confere um fascínio e, ao mesmo tempo, uma estranheza que nalguns passos tornam a sua leitura quase incómoda. Ao lermos Quando melodias o mundo, desde a primeira linha somos conduzidos dir-se-ia a um país distante, a uma vida outra que quer rasgar a pele desta nossa pequena vida comum.
    Nesta poeta, o sangue da vida é [a] poesia. A poesia aqui é o sangue do amor, e o amor a saudade da vida verdadeira. Eis o convite de Catarina Lourenço Bôto: fazer da vida poesia, fazer do amor a verdadeira vida, fazer da saudade a ‘vacina’ contra esta doença de viver uma vida falsa e inverdadeira, qual hoje quase todos aceitamos vivê-la, falsificando-a permanentemente. Mas ainda vamos a tempo. Ler este livro, viver esta obra na sua leitura, e depois na vida, é começar uma tal transmutação.

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    pulSuar hermAfrodites, de Elsa Catarina Oliveira

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    Título  PulSuar HermAfrodites
    Autor   Elsa Catarina Oliveira
    Formato   11,5 x 21 cm
    Páginas   60 páginas
    Ilustrações   8 desenhos da autora
    Fotografia (contracapa)   Elsa Catarina Oliveira
    Acabamento   Brochado
    Ano  2017
    Preço    10,00€

    «pulSuar hermAfrodites» é a segunda obra publicada por Elsa Catarina Oliveira, poeta que se estreou em 2014 com «as facas trepam sozinhas» (Edições Debalde) e colaboração dispersa em revistas, designadamente na ‘Apócrifa’ e na ‘Tlön’.

    Linguagem exorcizante, de elaborada oficina, esta escrita é uma convocação vincadamente telúrica das mais intensas luzes e das sombras mais extremadas que sulcam, com o trágico ou o sublime, o coração transfigurado dos dias.

     

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    Dois Textos Automáticos, Cruzeiro Seixas

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    Título  Dois Textos Automáticos (inéditos)
    Autor  Cruzeiro Seixas
    Colecção  Torre Gelada
    Recolha e fixação do texto  António Cândido Franco
    Ilustrações   8 obras plásticas do autor (três, em página dupla), cinco das quais inéditas.
    Extratextos  2 fotografias do autor (créditos: Maria João Vasconcelos)
    Formato   13 x 17 cm
    Páginas   24 págs.
    Ano  2017
    Preço 10,00€

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    Dois Textos Automáticos (ed. especial), Cruzeiro Seixas

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    Título  Dois Textos Automáticos (inéditos)
    Autor  Cruzeiro Seixas
    Colecção  Torre Gelada
    Recolha e fixação do texto  António Cândido Franco
    Ilustrações   8 obras plásticas do autor (três, em página dupla), cinco das quais inéditas.
    Extratextos  2 fotografias do autor (créditos: Maria João Vasconcelos)
    Formato   13 x 17 cm
    Páginas   24 págs.
    Ano  2017

    SÉRIE ESPECIAL  «DOIS TEXTOS AUTOMÁTICOS»

    [A pagela inclui o conto “O Passageiro do Icebergue” e um outro texto s/título, ambos inéditos.]

    Série de 25 exemplares, assinados e numerados.
    Cruzeiro Seixas assinou.
    António Cândido Franco numerou.

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    Cantarolares com Sabor Azul, de Risoleta C. Pinto Pedro

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    Título  Cantarolares com Sabor Azul
    Autor  Risoleta C. Pinto Pedro
    Colecção  Histórias sem Carochinha
    Editora  Edições Sem Nome
    Ilustrações e imagem da capa  Ivo Hoogveld
    Arranjo gráfico  Luiz Pires dos Reys
    Páginas   64 págs.
    Formato  130 x 140 mm
    Acabamento   capa mole
    Ano  2017
    Preço  12,00€

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    A Rose is a Rose is a Rose et Coetera (2ªEd.), João Rasteiro

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    Título   A rose is a rose is a rose et coetera (Menção Honrosa – Prémio Glória de Sant’Anna 2018)
    Autor   João Rasteiro
    Colecção   Torre Gelada
    Tamanho   13 x 19 cm
    Páginas   56 págs.
    Posfácio   José Manuel de Vasconcelos
    Ilustrações   4 fotografias (créditos: João Rasteiro) manipuladas com a permissão do autor.
    Ano  2017
    Preço  14,00€

     

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    Carpe Diem Nuvem, de Françoise M., Adriana Crespo

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    Título   Carpe Diem Nuvem, de Françoise M.
    Autor   Adriana Crespo
    Colecção   Torre Gelada
    Formato   13 x 18,5 cm
    Páginas   72 págs
    Imagens   11 extratextos fotográficos que fazem parte integrante da própria tessitura da obra, não sendo de considerar, segundo a autora, como ilustrações.
    Acabamento   Brochado
    Ano  2017
    Preço   12,00€

    Da crítica:
    “Adriana Crespo continua a ser um dos segredos mais bem guardados da literatura portuguesa contemporânea. Longe dos holofotes, a sua obra cresce com a lentidão das coisas necessárias”.
    José Mário Silva (Jornal “Expresso”)

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  • Carpe Diem Nuvem, de Françoise M. (ed. especial), Adriana Crespo

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    13,50 18,00

    SÉRIE ESPECIAL

    Título   «Carpe Diem Nuvem, de Françoise M.»
    Autor   Adriana Crespo
    Formato   13 x 18,5 cm
    Páginas   72 págs
    Ano   2017
    Preço    18,00€

    Série limitada de 25 cópias assinadas pela autora, exemplares numerados em romano, de I a XXV. Cada exemplar tem excertos-autógrafos exclusivos e inéditos, extraídos dos Cadernos de Notas de Estudo para Carpe Diem, e apostos manuscritamente pela autora no verso da contra-capa de cada exemplar da série. Inclui igualmente um marcador exclusivo, com anotação manuscrita pela autora e citação musical do livro II de «O Cravo Bem Temperado», de Johann Sebastian Bach.

    O catálogo da série pode ser visto aqui : https://www.facebook.com/pg/edicoessemnome/photos/?tab=album&album_id=773652429460190

    Exemplares ainda disponíveis
    XIV/25,   XV/25,   XVI/25,   XVII/25,   XX/25,   XIII/25   e   XXIV/25.

    Da crítica:

    Adriana Crespo continua a ser um dos segredos mais bem guardados da literatura portuguesa contemporânea.
    Longe dos holofotes, a sua obra cresce com a lentidão das coisas necessárias.
    José Mário Silva
    (Jornal “Expresso”)

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    Obra Completa de Henrique Tavares (Varik) Vol. I : Poesia

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    Autor   Henrique Tavares (Varik)
    Título   Obra Completa vol. I: Poesia
    Colecção   Opera Omnia
    Imagem da capa  Henrique Tavares
    Edição, organização e fixação do texto   António Cândido Franco e Luiz Pires dos Reys
    Recolha documental   Gabriel Rui Silva
    Formato  15 x 23 cm
    Páginas   176 págs
    Ano   2018


    Descrição

    30 págs de anexo documental e iconográfico
    17  extratextos

     

    O volume reúne a obra édita do poeta:

    O Missal do Aprendiz de Feiticeiro (1959),
    Os Livros Sibilinos da Lusitânia (1960)
    Ódio de Bacante (Uma Gesta Orgânica) (1962)

     

    O plano da Obra Completa inclui:

    Vol. I      Poesia Édita
    Vol. II     Inéditos e Dispersos
    Vol. III   Obra Plástica

    * Edição financiada por FCT, CEHFCi (IHC), FCSH

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    O Apeadeiro, de Vitor Vicente

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    Título  O Apeadeiro
    Autor  Vítor Vicente
    Colecção   É só cenas
    Formato   12 x 18,5 cm
    Páginas   40 págs
    Acabamento   Capa mole
    Ano  2017
    Preço   8,00€

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    A Morte do Samurai, de Rui Falcão de Campos

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    Título   A Morte do Samurai
    Autor  Rui Falcão de Campos
    Colecção  Torre Gelada
    Formato  15 x 23 cm
    Nº de páginas  182 págs
    Capa, arranjo gráfico e ilustrações   Sílvia Franco Santos
    Prefácio   Mário Assis Ferreira
    Posfácio   Rui Falcão de Campos
    Acabamento    Capa mole
    Ano   2017
    Preço   15,00€

     

    “Um Poeta — com letra maiúscula  — que, neste livro, se derrama em maiúsculos Poemas, tais como “Tacet”, “Como quem fosseficar”,”Peregrinação (Onde ninguém reze por mim) “,”A Frota de Astarte”,”Magia Doméstica” e tantos outros… Neste livro se desvenda a magia desse nexo entre dois mistérios: o do Poeta e o do Leitor! Um nexo de intemporal  vigência, tal como disse Holderlin: “o que permanece, os poetas o fundam”. E este Poeta, Rui Falcão de Campos, veio para ficar, para permanecer, presente, nos segredos do nosso imaginário. Como se, afinal, essa permanência fosse a volatilidade do Sonho!”

    Mário Assis Ferreira
    (excerto do Prefácio)

    SOBRE O AUTOR

    RUI FALCÃO DE CAMPOS nasceu em Santarém em 1960. Após estudos de Letras e Pedagogia pelas universidades de Toulouse·le-Mirail e Sorbonne Nouvelle, formou-se em Direito na Universidade Católica Portuguesa (UCP), com mestrado em Ciências Jurídico-Criminais. Bolseiro Fulbright, obteve o MSL (Hons) na Vermont Law School. Tem MBA em Gestão Internacional na UCP, programas de doutoramento em Direito nas universidades de Limoges e Sorbonne-Panthéon, tendo-se diplomado em Direito Internacional e Comparado na Fondation Universitaire Luxembourgeoise, em Arlon. Foi ainda investigador no Instituto Universitário Europeu, em Florença. Foi professor-adjunto de História do Pensamento Económico na ULHT, docente convidado do Instituto Europeu da FDL, e conferencista ou professor convidado em múltiplas instituições de ensino superior, entre elas a UTL, a UCP, o INA e o IDN, leccionando Direito Internacional e Direito do Ambiente. Presidiu a várias instituições de solidariedade social, tendo sido secretário-geral da Confederação Nacional das Associações de Família e dirigente da União Internacional das Organizações Familiares. É autor de livros e artigos científicos na área do direito, bem como temas políticos e económicos.

     

    Obras no domínio da poesia:

    Até Maio (198o), em português;
    Le Coeur en Écharpe (1980), em francês;
    Complainte sur Damour et autres poemes (1980), em francês;
    Fra Gioia e Paura (2016), em italiano;
    Temps per ai nou liunes (no prelo), em catalão;
    El respiro dei naranjo (no prelo), em castelhano;
    There is no pain like a scar (no prelo), em inglês.

    É autor das letras do álbum ln Other Words da banda búlgara Bee ln the Bonnet, bem como de outras canções de compositores portugueses e estrangeiros, desde a Rússia à Grécia e à Argentina. Tem quatro filhos e é católico, dominicano leigo e monárquico legitimista.

     

    SOBRE A OBRA

    Rui Falcão de Campos constitui-se  intérprete  dessa cólera sagrada da juventude que tenta rasgar o nevoeiro destas manhãs vazias, e temos que reconhecer que o faz de modo convincente. Raras coisas haverá tão penosas como a falsa indignação; mas raras serão também mais solenes que a  indignação  verdadeira.  A  poesia de Rui Falcão de Campos tem este bom sabor vicentino:  Eis aqui o lugar da Santa Providência, / Onde há paz e justiça para a nossa sede / Quais as não dá o mundo e a alma no-las pede, / o porto acolhedor e a certa residência.

    João Bigotte Chorão  |  Academia das Ciências de Lisboa

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