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  • As Reminiscências dos Pormenores, Ant. Mariano de Carvalho

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    Título   As Reminiscências dos Pormenores
    Autor   António Mariano de Carvalho
    Posfácio   Luís Filipe Pereira
    Colecção   Torre Gelada
    Imagem da capa   ‘Paysage Surréaliste’ (1938), de Valentine Hugo
    Formato   130 x 185 mm
    Páginas   68 págs
    Acabamento   Capa mole
    Ano   2022

    ***

    Esta obra hospeda um con­junto de 39 poemas que nos dá a ler um caleidoscópio de broca­dos que tecerão a memória, o que confere uma dimensão fragmentária a esta escrita poé­tica. A fragmentação não é excludente da construção de um mapa temático — hete­róclito, todavia — cujo centro é a cidade e cuja periferia é a meditação sobre tropos-pormenores, tais como o amor, a perda, a incomunicabilidade, deus, entre ou­tros atractores emoti­vos e discursivos. Os poemas expõem, não raro, uma submersão nos pormenores que fertilizam, em sua vigi­lante cintilação, a concretude do vivido. O autor concebe a poesia como ofício de recapitulação dos instantes, plasmados em pormenores fragmentários, inevitavelmente efémeros, amparados no seu enlace com a memória, transmudando a atenção aos pormenores o labor de re-significação do aparente­mente insignifi­cante, do prosaico.
    [Do Posfácio de Luís Filipe Pereira]

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  • A Vontade de Alão (série especial numerada e assinada), de Risoleta C. Pinto Pedro

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    14,40 18,00
    UMA PARCERIA EDIÇÕES SEM NOME / ASSOCIAÇÃO ADOPTA-NOS

    Título   A Vontade de Alão (série especial)
    Autores   Risoleta C. Pinto Pedro e Branca Clarissa Cicerone de Alão
    Formato   13 x 20 cm
    Páginas   108 págs

    Descrição
    Esta edição especial trata-se de uma série limitada a 15 cópias únicas, nas quais Risoleta inscreveu outras tantas profecias, das muitas que escutou a Branca, naquela maneira única que uma e outra têm de comunicar-se.
    Os exemplares estão numerados de I/15 a XV/15, e vão assinados a tinta de beterraba por Branca Clarissa Cicerone de Alão, a co-autora.
    Há muito esgotado nas livrarias, este livro de Risoleta C. Pinto Pedro e Branca Clarissa Cicerone Alão, saído em 2019, talvez já pedisse uma 2ª edição. Eis senão quando, Risoleta e Branca, mais uma vez, nos surpreendem com estas “Profecias de Alão“.
    Para lá, pois, da deliciosa narrativa que tinha a edição de livraria, cada exemplar desta série tem, deste modo, um texto registado por Risoleta C. Pinto Pedro, a outra co-autora, que explica do seguinte modo como surgiram estas Profecias de Alão:

    Branca Clarissa Cicerone de Alão não nasceu de geração espontânea, tendo atrás dela uma sabedoria ancestral que recua a várias gerações. É o caso do nobre Alão, senhor de capacidades e poderes que lhe permitem desocultar o que para nós é puro enigma. As suas profecias desvendam um saber que já saboreámos e fazem um eco em nós como se ouvíssemos, de muito longe, as vozes de avós antiquíssimos. Honra lhes seja feita a todos, sem excepção, pela voz de Alão.”

    O texto das Profecias é de uma tão delicada poesia quão surpreendente sabedoria. Trata-se de peças finamente lapidadas, perdão, farejadas, não sem uma boa pitada, perdão, uma boa patita de Branca, que assinou todos os exemplares da série a tinta de… beterraba. Isso mesmo. Algo absolutamente inédito na literatura portuguesa, bem precisada de brisas, perdão, de lambidelas inspiradas.
    Uma verdadeira lufada de focinho fresco.
    Eis aqui, então, um cheirinho das “Profecias de Alão”:

    “Sempre os animais falaram. Um dia, todos saberão ouvir”.

    “Duas virtudes deve o cão, aspirante à profecia, respeitar: A inevitável doçura e a aguda atenção”.

    “Cão ou serpente, leão peregrino, seguirão o trilho antigo do destino”.  

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  • Meia Bola e Graça, de Risoleta C. Pinto Pedro

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    Título    Meia Bola e Graça
    Autor   Risoleta C. Pinto Pedro
    Colecção   Histórias sem Carochinha
    Formato   140 x 210 mm
    Páginas   100 págs
    Acabamento   Capa mole
    Ano   2022

    |

    Surpreendendo-nos a cada novo livro, Risoleta C. Pinto Pedro põe em interacção nesta obra um conjunto de temas que lhe são caros, mas que a escritora tinha vindo a desenvolver em separado: o sentido da vida, os planos visíveis e invisíveis da existência, o modo como os níveis superiores (ou inferiores) influenciam o curso dos acontecimentos da nossa história individual e colectiva, deixando embora intacta a liberdade individual.
    Como Nicola Tesla mostrou de modo tão visionário, a ciência e as suas aplicações tecnológicas não têm necessariamente de ter consequências nefastas para o planeta e a vida das pessoas, mas serem um instrumento precioso para uma existência mais harmoniosa e limpa de consequências poluentes quer para o corpo, quer para a alma, mostrando como certos princípios da chamada tradição imemorial podem ser aplicados aos domínios mais práticos da acção humana.
    O encontro, à partida improvável, entre um treinador de futebol deveras incomum e uma jovem de natureza em tudo peculiar, mostram como as relações sefiróticas na árvore da Cabala podem, com sucesso e não sem espanto, ser aplicadas à táctica futebolística, mas  também à atitude na vida como jogo, como escola de ética e aperfeiçoamento pessoal, e até como arte. Tudo isto são ingredientes para uma história fascinante, que agarra o leitor do princípio ao fim. Três jovens e um treinador são como que o “quadrívio” vivo e inesperado, mostrando que tudo pode dar mais certo na vida se mudarmos o que para nós são as “certezas absolutas” e as verdades não comprovadas. Uma obra maravilhosa, de cuja leitura se sai invariavelmente enriquecido.

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  • Corpo Irrepetível, de Maria Afonso (Últimos exemplares)

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    14,00

    Título   Corpo Irrepetível
    Autor   Maria Afonso
    Colecção   Ofício e Peregrinação
    Fotografia   Jorge Velhote
    Formato   150 x 230 mm
    Páginas   92 págs.
    Acabamento   Capa mole
    Ano   2021

    Preço   14,00€

     

    SOBRE O LIVRO

    Neste seu novo livro, Maria Afonso, a poeta de “todos os silêncios” (2014), mantém-se fiel às características emblemáticas da sua escrita. Escreveu Fernando Cabrita a este propósito: “A contenção serve a ideia, a imagem e a linguagem. O formalismo da estrutura poética é de uma concisão que sai da própria ternura discursiva. É quase instintiva, peregrina. Impossível ser de outro modo para dizer a claridade. Esta poesia habita-nos a alma. O ensinamento de Ezra Pound ‘não use no poema nenhuma palavra que não seja absolutamente necessária à frase’, está ali completo. Poucos serão os poetas que exercitam este rigor da frase contida.

     

     

    SOBRE A AUTORA

    MARIA AFONSO
    (Fóios – Sabugal)
    Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tem-se dedicado à docência desta disciplina.

    Obra publicada:

    Caderno Asa de Azul“, 2012.

    todos os silêncios“, 2014.

    (eu diria que nevava)“, 2016.

    Tem participado em diversas coletâneas, e revistas como Piolho e Eufeme.
    De assinalar a sua presença em festivais nacionais e internacionais de poesia.

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  • Quartetos Místicos-Poemas Sufis, de Munássir Ebrahim

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    8,00

    Título  Quartetos Místicos – Poemas Espirituais Sufis
    Autor  Munássir Ebrahim
    Colecção  Ouro Potável
    Formato   135 x 210 mm
    Páginas   40 págs.
    Acabamento   Capa mole
    Ano   2022

    ***

    SOBRE A OBRA

    Fruto de um longo período de ocupação árabe, a influência da língua, da cultura e da espiritualidade islâmicas está profundamente enraizada e integrada na vida do homem de grande parte da Península Ibérica, à semelhança do que acontece com as marcas de influência celta e judaica. Estas influências estão já de tal modo integradas em nós que, na maioria das vezes, nem damos pela sua actual existência e origem longínqua.
    Poemas místicos sufis, estes quartetos poéticos são um modo bem singular de mostrar-nos que o Sufismo é uma herança espiritual ainda hoje viva entre nós — legado que vem de Ibn Qasi e de Al-Mu ‘Tamid, entre outros, como o grande Ibn Arabi, todos eles figuras do grande Gharb al-Andalus.
    Este livro de Munássir Ebrahim é uma inesperada antecâmara para um tal depósito de raízes, memória de séculos que está não só na nossa herança genética mas também naquilo que de pai para filho, de mestre para discípulo, de boca a orelha passa de geração em geração. Como se fora um outro sangue que na alma se derrama, corre e permanece.

    ***

    SOBRE O AUTOR

    Munássir Ebrahim nasceu em 1980. É jurista de formação. Licenciou-se em Direito, com pós-graduação em Ciências Jurídicas na Universidade Católica. Mestre em Direito das Empresas pelo ISCTE-INDEG Business School. Trabalhou quase duas décadas como In House Lawyer. Publicou a sua Dissertação de Mestrado, dois livros técnicos sobre Direito, com incursões na literatura infanto-juvenil. O Sufismo é a sua via espiritual.
    Esta é a sua primeira incursão na poesia.

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  • Daimon-O vislumbre do espírito feérico, de João Henrique Alvim

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    8,00

    Título    Daimon – O Vislumbre do Espírito Feérico
    Autor   João Henrique Alvim
    Colecção   Torre Gelada
    Imagem capa   Ferruccio Nobile
    Formato   120 x 185 mm
    Páginas   44 págs
    Acabamento   Capa mole
    Ano   2022

    É a poesia, para o autor deste livro, “um acto que jorra directamente do inconsciente, de um estado de transe que nos transporta para realidades paralelas onde as fronteiras entre sonho e realidade se diluem”.
    Com nítido propósito a obra recebe o título “Daimon” (em grego δαίμων, daimon, o “espírito”, o “génio” pessoal). Numa alternância entre o majestoso e a simplicidade nua e florida da palavra, os textos que a integram bem podem ser designados “poemas-sortilégio”, “poemas-encantamento”, capazes de transformar a realidade, tornando-a maleável a um ponto tal que deixa de haver conflito entre mundo pessoal (onírico) e mundo terreno, criação este de um Demiurgo que mais não fez senão aprisionar nele o espírito intemporal e divino que habita o homem.
    Neste livro, o poema quer-se metafísico, ritualista, punhal aniquilante da razão, e do mero sentido utilitário e escravizante. Numa palavra: um instrumento-arma, ao serviço de uma visão do mundo que se almeja mais perfeita e harmoniosa.

    Personalidade discretíssima, nesta sua obra de estreia, João Henrique Alvim achou por bem e por bastante inscrever a seu respeito no livro tão-só o seguinte texto que surge em pórtico:

    “A palavra é a extensão da minha alma aprisionada,
    o instrumento de dissolução do real, na antecâmara dos mistérios
    onde sondo a treva para melhor resgatar a luz remanescente.”

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  • Borboleta, borboleta – Sonhos de A., de Adriana Crespo (últimos exemplares)

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    Título   Borboleta, Borboleta – Sonhos de A.
    Autor   Adriana Crespo
    Colecção    Torre Gelada
    Formato   150 x 210 mm
    Páginas    100 págs.
    ISBN   978-989-54825-8-0
    Acabamento    Capa mole
    Ano    2021

    Preço   14,00€

     

    Quase duas décadas depois do seu livro de estreia, Divertimento de A. (2003), e de uma obra publicada constituída por seis títulos que tornam patente quão consciente do seu caminho estava a escritora desde início, Adriana Crespo regressa aos sonhos como matéria de imaginação criadora, ficção do real e verdade do vivido.

    O que são sonhos?
    Como escreve A., espécie de monge, jardineiro, sombra e, acima de tudo, escritor de sonhos, não existem muitos caçadores de sonhos na sociedade actual.
    Que força paradoxal tem um corpo que, dormindo, produz em vivo e com igual ou maior intensidade que a do dia-a-dia sensações, sons, cores, espaços, visões e enredos?
    Podem ser inúmeras as nossas teorias e hipóteses de explicação. Mecanicistas, biológicas, filosóficas, niilistas ou outras. Mas nenhuma elidirá um facto. No sonho, o pensamento pensa. Qualquer coisa de infinito aqui.

    Quem era A.?
    Um coleccionador de brinquedos dos anos 10, estilo Art Nouveau, e de caixas de música. Aliás, um apaixonado por todos os brinquedos alguma vez feitos imaginados, fossem eles comboios de corda, soldadinhos de chumbo, carrosséis, ou corações de poetas. Um sincero admirador de todas as artes, fascinado e sombrio, introvertido e anti-social até ao exagero, sempre silencioso e taciturno. Uma espécie de monge, de jardineiro, uma sombra. Álcool evaporado diante da beleza, fosse um quadro de Mondrian ou uma nuvem deslizando no céu, saltitante e pequeno, estranho escritor dos seus próprios sonhos, colector dos escritos dos outros, esse era A., não interessa se homem se mulher, uma enigmática figura para sempre apaixonada pelo invisível brilho dos sons, quer da música, quer das palavras, e, segundo ele próprio, simplesmente A., porque uma única letra, acompanhada por um ponto, representava já um excesso em falar de si.
    (A.C.A.C.C., 2003, Notas sobre A.)

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  • Triunfalência Lusitana, de Yannis Moreira

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    8,00

    Título   Triunfalência Lusitana
    Autor   Yannis Moreira
    Colecção   Ouro Potável
    Formato   135 x 210mm
    Páginas   44 págs
    ISBN   978-989-54825-2-8
    Acabamento   Capa mole
    Ano  2021

    Preço  8,00€

     

    Esta é uma obra de estreia em livro, mas o autor, com colaboração até agora dispersa, é tudo menos um estreante nas lides. Estamos em presença de alguém difícil de definir. Há aqui inesperados e surpreendentes ecos redivivos das cantigas de mal-dizer pela disciplina da toada métrica, mas há também uma como que visitação de Nicolau Tolentino, pelo tom ora satírico, ora irónico, ora mesmo sarcástico destes textos. E ainda há espaço e competência para uma pitada de tempero à Luiz Pacheco nesta escrita afiada de Yannis Moreira que, com acerto e sem pudor, mostra quantos reis vão hoje nus em Portugal.
    Não perderemos, porém, pela demora. Este livro é apenas o levantar do pano. Outros se lhe seguirão, e de não menor tempero e novidade.

     

    SOBRE O AUTOR

    Nasceu em 1973, na cidade francesa de Amiens. Autor de temas sensíveis, tem diversificado a sua produção literária recorrendo às realidades sócio-culturais dos diversos idiomas em que escreve.
    Longe de ser o seu primeiro projecto de criação poética, foi esta a obra que se teve por mais impressiva e oportuna de publicar.

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  • Em Natureza Enternecido, de João Casteleiro

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    Título   Em Natureza Enternecido
    Autor   João Casteleiro
    Colecção   Torre Gelada
    Imagem capa    “La Llamada” (1961), de Remedios Varo
    Formato   120 x 185 mm
    Páginas   48 págs
    Acabamento   Capa mole
    Ano   2022

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    SOBRE A OBRA
    Esta não é uma obra fruto de mera produção literária. Há neste livro de João Casteleiro todo um percurso — estranho ao cálculo ou à premeditação, logo, não despiciendo —, entre o poema inicial, mote para o desenvolvimento da obra, consagrando a união e harmonia entre a dimensão humana e a natural, e o texto final, com a alma em ataraxia, num estado extremo em que se confundem o sentimento de indiferença e a ausência total de emoção e atribulações na psique.
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    SOBRE O AUTOR
    João Casteleiro (Guimarães, 1999) teve dois encontros com a morte, uma vez que sobreviveu aos atentados terroristas de Bruxelas e de Estocolmo.
    Cursa Multimédia da Escola Superior de Media Artes e Design do Instituto Politécnico do Porto. Os seus interesses vão desde as artes plásticas à literatura, da música ao cinema, e à fotografia, a que se dedica.
    Entre os autores que marcaram a sua escrita e visão do mundo destaca Dostoievski, Knut Hamsun, Neruda, Herberto Helder, Al Berto, Fernando Pessoa e Baudelaire.
    É membro-fundador da associação cultural, O Alarido, que proporciona oferta cultural na região do Vale do Ave, onde reside. Entre vários outros projectos realizados, incluiu-se o Festival Colossal, de música alternativa.

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  • O Caminho dos Sete Sentidos, de Manuela Gonzaga

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    Título  O Caminho dos Sete Sentidos
    Autor  Manuela Gonzaga
    Colecção  Ouro Potável
    Formato   150 x 220 mm
    Páginas   84 págs.
    ISBN  978-989-54825-9-7
    Acabamento   Capa mole
    Ano   2021

    Preço   14,00€

     

    SOBRE A OBRA

    Conhecida sobretudo por um trabalho notável na área da biografia histórica, género aparentemente fácil, onde se tem destacado pelo rigor e seriedade da pesquisa, que não menos pelo apuro e limpidez da escrita, Manuela Gonzaga faz com esta obra a sua estreia em livro na área da poesia, género em que há muito escreve, e de que tem publicação dispersa. Também aqui, a escritora alia uma extrema exigência e rigor formais a uma linguagem de forte pendor incantatório, mítico, roçando por vezes o místico, oferecendo-nos neste livro uma obra de maturidade, de uma enorme sabedoria e beleza.

     

    SOBRE A AUTORA

    Natural do Porto, viveu a adolescência e parte da juventude em Moçambique e Angola, onde começou a carreira de jornalista. Vêm dessa vivência as suas fortes ligações ao mundo lusófono.
    Historiadora e investigadora (CHAM), doutoranda em História na FCSH / UNL., com catorze títulos publicados, é autora de obras em géneros que vão do romance à biografia, dos contos ao ensaio e à literatura juvenil. A sua colecção ‘O Mundo de André’ soma quatro títulos e integra o Plano Nacional de Leitura.
    Os seus livros têm conquistado um público vasto e diversificado, a ponto de alguns deles serem hoje uma referência académica, nomeadamente as biografias históricas. Com obra traduzida em francês, dois dos seus títulos integram disciplinas de Estudos Portugueses (Univ. Aix-Marseille), sendo a sua obra Imperatriz Isabel de Portugal, de 2012, (sete edições em Portugal, quatro em França) curricular no curso de tradução de biografias históricas.
    Galardoada em 2021 com o Prémio Femina/Matriz Portuguesa (“Pelo estudo e divulgação da cultura, história e sociedade de matriz portuguesa no estrangeiro e na lusofonia”), é membro de Honra da Unión Hispanomundial de Escritores UHE Moçambique e membro honorário do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora. Em 2000 abandonou o jornalismo para se dedicar à escrita e à investigação a tempo inteiro.

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  • Transolitariano, de Vitor Vicente

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    Título   Transolitariano
    Autor   Vitor Vicente
    Colecção    Torre Gelada
    Formato  15 x 21 cm
    Páginas    72
    ISBN 978-989-54825-7-3
    Acabamento   Capa mole
    Ano    2021

    Preço   12,00€

     

    Na sequência de «O Apeadeiro» (2017) e «Alfândega» (2019), obras editadas na Sem Nome, Vitor Vicente mantém-se fiel ao seu selo identitário de escritor:  a viagem — a segunda natureza do escritor. Patente em toda a sua obra, e também neste décimo título do autor. Trânsito espiritual de um viajante no comboio Transiberiano. Outro andamento. O interior em movimento.

     

    O AUTOR

    Vitor Vicente (1983)
    Nasceu em Portugal e desde 2006 tem vivido entre Espanha, Irlanda, Polónia e Hungria, residindo atualmente em Cork.

     

    A OBRA

    Publicou livros de vários géneros literários, sendo o tema da viagem transversal a toda a sua obra.

    Sonetos nem sempre Silesianos, 2016 (Poesia)

    O Apeadeiro, 2017 (Teatro)

    Avião de Papel, 2018 (Contos)

    A Alfândega, 2019  (Ficção)

    Israel, Jezebel, 2019 (Memórias)

    Ambulatório, 2019  (Poesia)

    Bravo, Brasil, 2020  (Memórias)

    Fúria de Viajar, 2021 (Memórias)

    Sobre Vivências em Barcelona, 2021  (Memórias)

    Transolitariano, 2021  (Memórias)

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  • ESGOTADO

    Cadáver Esquisito, Jorge Velhote|m. parissy|Vitor Vicente (série numerada e assinada)

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    Título Cadáver Esquisito
    Autores Jorge Velhote, m.parissy e Vitor Vicente
    Formato 20 x 20 cm
    Página 32 páginas
    Papel 120 g
    Descrição 21 poemas (7 de cada autor)
    Créditos das fotografias: Jorge Velhote
    Tiragem 20 exemplares numerados

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  • Vida Nua, de Paulo Borges

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    Título    Vida Nua
    Autor    Paulo Borges
    Colecção    Ouro Potável  | 6
    Formato  13,5 x 21 cm
    Páginas    68
    Fotografias:
         Vlad Dumitrescu (capa/contracapa e anterrosto)
         Adama (folha de guarda da capa)
    ISBN 978-989-54825-1-1
    Acabamento    Capa mole
    Ano 2021

    Preço   13,00€

     

    Sobre esta obra

    Este é um livro singular, se não mesmo único.

    Apresentando-se sob a aparência de um volume de pensamentos aforísticos, o sub-título Livro dos Livros e a identificação de cada um dos textos que o constituem (todos eles sob a designação de Livro de…) mostram, todavia, estarmos perante uma verdadeira biblioteca, indexada alfabeticamente, em que cada aforismo pode, em si mesmo, ser considerado como um livro, dado que o olhar que manifesta é uma visão plena sobre a vida e o seu sentido.

    Em Vida Nua, se bem que o todo seja maior que a soma das partes, cada uma destas é tão rica quanto a totalidade delas.

    Estamos diante uma obra de sapiência de um autor na plena maturidade do seu pensamento e cosmovisão.

     

    Sobre o autor

    Professor universitário, ensaísta, filósofo, poeta e escritor, Paulo Borges tem procurado, desde meados dos anos 80, revisitar a História de Portugal e os seus mitos fundadores, exaltantes ou encobertos, repensar a “verdade, condição e destino” de Portugal, enquanto Pátria da Saudade e projecto armilar para o mundo, pensando em português questões e problemáticas que, assentes num olhar lusíada e lusófono, são temas de interesse e importância universal.

    Autor de uma vastíssima obra (tem mais de 60 obras publicadas) – tendo-se detido em especial no pensamento do Padre António Vieira, Teixeira de Pascoaes e Agostinho da Silva –, Paulo Borges tem abordado um vasto leque de áreas e temas como a Saudade, Sebastianismo e Messianismo, Filosofia da Religião, Filosofia e Meditação, Estudos Contemplativos, Filosofia da Consciência, Diálogo Inter-Espiritual e Inter-Religioso, bem assim como a Ecologia Espiritual e a Filosofia da Natureza.

    Professor do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e investigador do Centro de Filosofia da mesma Universidade. Membro correspondente da Academia Brasileira de Filosofia. Sócio-fundador do Instituto de Filosofia Luso- Brasileira. Ex-presidente (2005-2013) e membro da Direcção da Associação Agostinho da Silva. Sócio-fundador e ex-presidente (2002-2014) da Direcção da União Budista Portuguesa. Presidente do Círculo do Entre-Ser, associação filosófica e ética que visa promover uma ética e uma espiritualidade laicas e holísticas, transversais a crentes e descrentes, baseadas no reconhecimento da interdependência de todos os seres e formas de vida. É sócio-fundador e presidente da MYMA Portugal – Associação para a Cultura Contemplativa, desde 2019. Autor do programa de formação reflexiva e meditativa “O Coração da Vida”. Professor de Meditação, tem realizado centenas de cursos, workshops e retiros em Portugal e no estrangeiro.

    Recebeu um doutoramento “honoris causa” pela Universidade Tibiscus, de Timisoara (Roménia), em 12 de Junho de 2017.

    Recebeu o prémio Ibn Arabi Taryumán 2019, atribuído pela MIAS Latina, pela sua investigação e obra no domínio da espiritualidade e do diálogo inter-religioso, em Ávila, na Universidade da Mística, em 11 de Maio de 2019.

    Site pessoal

    Wikipédia

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  • Refracções seguido de A Morte Inédita, Jorge Maximino

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    Título   Refracções seguido de A Morte Inédita
    Autor   Jorge Augusto Maximino
    Colecção   Torre Gelada
    Formato   13 x 20 cm
    Nº páginas   72 págs.
    Acabamento   capa mole
    ISBN   978-989-54825-3-5
    Ano   2021

    Preço   14,00€

    Sobre a obra

    Porventura mais conhecido como ensaísta (é monumental a sua tese de doutoramento sobre António Ramos Rosa, defendida na Sorbonne), Jorge Maximino é uma voz singular, com uma escrita “cada vez mais suspens[a] dos dias” — tal como se diz num dos poemas deste livro. A sua pictórica  tem-se apresentado, diríamos, “impressionista” das emoções não fora tal designação remeter para um referencial que, não sendo impreciso, seria todavia enganador. Nas próprias palavras do poeta, esta poesia enuncia-se “entre enredos de parcas palavras”, num quase “regresso austero ao puro silêncio”. Talvez na busca daquele “ abrigo de penumbra” que se “adensa no mistério”.
    Como diz Lilian Jacoto, professora na Universidade de São Paulo, no posfácio a esta obra: Tenho para mim que esse dom que excede o facto (a memória e a lógica do real) seja o fio condutor destes poemas.  No tempo excessivo da saudade, em que passado e futuro se amalgamam. O outrora agora do poeta — é olhar que, com a mesma intensidade, delira e estranha o Acontecimento. Escrever é o gesto de outra mais funda abertura que viola as interdições do logos, como olhar imóvel de regresso a uma infância de paisagens criadas — uma “deambulação da criança que nunca acaba de nascer”.

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    Sobre o autor

    Jorge Augusto Maximino é escritor, professor universitário e investigador, com doutoramento em Estudos Portugueses pela Universidade de Paris-Sorbonne. Foi investigador e docente na Universidade de Pádua-Cátedra Manuel Alegre, entre 2017 e 2019. Investigador (Clepul e Ielt, UNL), na área da literatura, estética e teoria da cultura, tem orientado o seu trabalho para as problemáticas do tempo. Assinou a programação e coordenação de projectos internacionais como Portugal e a Europa (Paris, 1994), numa parceria com o Centro Georges Pompidou, o Festival do Imaginário (1996-1999), com o Ministério da Cultura e a Fundação Calouste Gulbenkian, a Bienal Internacional do Douro, a Mostra de Arte Contemporânea do Côa. Ė fundador e director do Festival de Poesia de V.N. de Foz Côa e da Revista Lusografias, da qual foi editor (2005-2006), e o coordenador científico do Ciclo de Conferências internacionais A Europa  dos  Escritores, que  se realiza na Biblioteca Eduardo Lourenço desde 2019. É autor de um livro de contos e de vários livros de poesia. Foi responsável pela edição e organização de várias antologias de poesia, das quais se destaca uma publicação bilingue editada em Paris, em colaboração com Nuno Júdice e Pierre Rivasl.

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  • Ensaios de Espelho, de Rui de Azevedo Teixeira

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    Título   Ensaios de Espelho
    Autor   Rui de Azevedo Teixeira
    Colecção   Heteróclita & guerra
    Formato   15 x 23,5 cm
    Nº páginas   240 págs.
    Acabamento   capa mole
    ISBN   978-989-54825-0-4
    Ano   2020

     

    Rui de Azevedo Teixeira, o nome de referência nas relações literatura e guerra, reúne neste volume ensaios que se estendem ao longo de três décadas. Para lá da temática literária e social, e das questões lusófonas, ocupam lugar de destaque nesta obra o amor e a questão bélica — tratada, segundo Vasco Graça-Moura, com “extrema dureza”.

    Após panorâmicos textos de abertura, o autor escreve sobre personalidades guerreiras como Alpoim Calvão, Jaime Neves e Carlos Matos Gomes, e os escritores Lídia Jorge, Manuel Alegre e Carlos Vale Ferraz, o trio canónico da literatura centrada na Guerra de África 1961-1974. A temática do amor é abordada em trabalhos sobre autores que vão desde Hélia Correia, Vasco Graça-Moura e Lobo Antunes a Vasco Pulido Valente, Helder Macedo e Clara Pinto Correia.

    O livro inclui importantes ensaios à volta do problema do cânone, da figura do crítico público (no texto sobre o polémico Marcel Reich-Ranicki) ou os temas do escritor lendário e da integridade artística em Hemingway. Mas há também a problemática social, nos ensaios sobre Orlando da Costa e Leão Penedo, e a questão lusófona em Manuel Alegre, António Bondoso, Pepetela e Mucavele. Há também textos sobre o cinema de Manoel de Oliveira e António-Pedro Vasconcelos. Assinale-se o facto, que cremos inédito entre nós: a publicação, em livro, de uma arguição de doutoramento — em torno de Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, António Ferro e Almada.

    Com uma linguagem estimulante e um estilo “enérgico e eminentemente sedutor” (Eugénio Lisboa), Rui de Azevedo Teixeira não raro quase nos faz esquecer estarmos perante textos de análise literária ou revisitação histórica.

     

    O AUTOR
    Minhoto, Rui de Azevedo Teixeira foi alferes dos comandos em Angola, professor do liceu e assistente universitário em Portugal e na África lusófona, empresário na área da consultoria, professor universitário na Alemanha, onde se doutorou, e em Portugal, onde agregou por unanimidade. Conhece todo o antigo Império Português, excepto Timor que será a sua última grande viagem lusófona. Dedica-se hoje inteiramente à escrita e à sua quinta na milenar Argivai, Póvoa de Varzim.

    OBRAS
    A Guerra Colonial e o Romance Português – Agonia e Catarse, 1998  (1ª e 2ª ed.).
    A Guerra e a Literatura, 2001.
    O Leitor Hedonista – Sobre o romance contemporâneo português e outros textos, 2003.
    Uma Proposta de Cânone, 2005.
    A Guerra de Angola 1961-1974, 2010.
    Homem de Guerra e Boémio – Jaime Neves por Rui de Azevedo Teixeira, 2012  (1ª e 2ª ed.).

    Livros organizados
    A Guerra Colonial: Realidade e Ficção, 2001, org. Rui de Azevedo Teixeira.
    A Guerra do Ultramar: Realidade e Ficção, 2002, org. Rui de Azevedo Teixeira.
    O Amor (Im)possível – Poemas escolhidos (1982-2002), de Fernando Tavares Rodrigues, 2002, selec. e pref. de Rui de Azevedo Teixeira.

    Orientação Científica
    Dissertações de Mestrado e de Doutoramento.

    Vária
    Organizou, com Ana de Sousa Moniz, o I Congresso Internacional sobre a Guerra Colonial, tendo organizado também o II Congresso Internacional sobre a Guerra do Ultramar.
    Deu cursos em Angola e Moçambique e um cursilho em França. Fez conferências diversos países europeus (Áustria, Hungria, Eslováquia, República Checa, Alemanha e Portugal) e em Goa.
    A convite da respectiva Embaixada, fez um Visitor’s Program aos EUA.

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  • Esfera Invertida, de Bruno Barbosa

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    Título    Esfera Invertida
    Autor  (texto e imagética)  Bruno Barbosa
    (A obra inclui 10 ilustrações criadas pelo autor)
    Colecção    Ouro Potável | 5
    Formato   13,5 x 21 cm
    Páginas   76 págs
    Arranjo gráfico   Bruno Barbosa
    Acabamento   Capa mole
    Ano   2020

    Não é todos os dias, nem sequer todos os anos, que surge um liber de verbo ‘mágico-operativo’ como este.
    Não se pode dizer que este seja um livro de poesia, mas também não se pode dizer que o não seja.
    Talvez não se possa dizer tratar-se do diário de uma imensa viagem. Mas também não se pode dizer que esta obra não nos faça viajar nela, a bordo de nós mesmos.
    Muito provavelmente este não é uma espécie de Livro das Sombras. Mas ninguém poderá dizer que, em boa medida, o não seja.
    Esta é uma obra dificilmente classificável. Como todos os grandes livros.
    Bruno Barbosa fez a Viagem, e registou a travessia e os marcos do percurso. E, com este livro incomum, exorta ao leitor a que faça outro tanto.
    Não há dois caminhos iguais, mas há seguramente livros únicos.
    Com justa razão escreve o autor sobre si mesmo: “Não há de mim mais do que o necessário nas palavras deste livro”.

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